" SER ALFABETIZADO NÃO É SER LIVRE; É ESTAR PRESENTE E ATIVO NA LUTA PELA REIVINDICAÇÃO DA PRÓPRIA VOZ, DA PRÓPRIA HISTÓRIA E DO PRÓPRIO FUTURO\".
Para Paulo Freire e Macedo : analfabetismo significa uma forma de ignorância política e intelectual.
A escolarização ocupa-se da regulamentação do tempo, do espaço, da textualidade, da experiência, do conhecimento e do poder entre interesses e histórias conflitantes, que não pode ser enquadrada em simples teorias de reprodução e de resistência.
A alfabetização crítica é tanto uma narrativa para a ação, quanto um referente para a crítica. Ser alfabetizado é estar presente e ativo na luta pela reivindicação da própria voz, da própria história e do próprio futuro.
As linguagens são múltiplas, mas o que não devemos esquecer é que atrás de cada expressão, por mais caracterizada que seja, existe uma pessoa diferente que quer ouvir, entender e também ser escutada.
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