quinta-feira, 13 de novembro de 2008

PAULO FREIRE


A curiosidade como inquietação indagadora, como inclinação ao desvelamento de algo, como pergunta verbalizada ou não, como procura de esclarecimento, como sinal de atenção que sugere e alerta faz parte integrante do fenômeno vital. Não haveria criatividade sem a curiosidade que nos move e que nos põe pacientemente impacientes diante do mundo que não fazemos. ( FREIRE, 2001, pg 34)

O pensamento acima explica muito bem o que aconteceu comigo, foi através da minha curiosidade de como “atingir” meus alunos que me tornou uma pessoa criativa, que não somente queria transmitir conteúdos, mas fazer com que meus alunos crescessem como membros da sociedade em que vivem. E que estes também tivessem a chance de explorarem sua criatividade e curiosidade.
Hoje me considero uma pessoa mais madura, que entendeu a sua real função como professora. É claro que devemos sempre buscar mais conhecimento, mais experiências, novidades. Nunca estaremos totalmente “completos”. A busca pelo melhor faz parte do caminho, da vida.

Um comentário:

Simone disse...

Sheila um professor curioso e criativo tende a aprender cada vez mais e elaborar aulas mais produtivas. Além do professor, observamos também que toda criança é curiosa, quer conhecer aquilo que ainda não conhece e para isso ela pergunta. Mas, em muitas escolas elas aprendem a não perguntar porque o professor é que sabe e que está certo. É importante que os alunos percebam a escola como lugar de perguntar e de pensar e que os professores atentem para isso na sua prática diária. Concordas? Um abraço, Simone - Tutora sede ECS